Depois das nossas andanças por Cusco, Machu Picchu e arredores, começamos o caminho "de volta", recheado de pontos de parada sensacionais.

De Cusco, pegamos os 600km de estrada em direção a Arequipa (sobre a qual falaremos no próximo post).

No caminho pra lá, passamos pelo entroncamento com a estrada que leva ao famoso Cañon del Colca (Cânion de Colca, em português). Ele não estava nos nossos planos iniciais devido a esse desvio de rota pra chegar lá.

De Patahuasi (onde as estradas se encontram) até Arequipa, ficamos estudando um meio de encaixar o cânion no roteiro. Como tínhamos um dia sobrando no planejamento de viagem, resolvemos partir pra lá na manhã seguinte.

O Cânion de Colca é considerado o segundo Cânion mais profundo do mundo e é o melhor lugar da América do Sul pra ver de perto os exuberantes condores.

O caminho até o Cânion por si só já é um passeio. Além da natureza ser muito generosa nesse local, vários povoados peculiares pelo caminho, ainda uma variedade enorme de animais no trajeto. A impressão que se tem é que, mesmo estando na estrada (asfalto), você está invadindo o habitat deles. É preciso dirigir com cuidado, a cada instante um grupo de llamas, alpacas ou vicuñas pode estar atravessando a estrada, com toda calma do mundo. Como a região toda tem criatórios desses animais, e durante o dia eles ficam soltos, serão vistos com facilidade por esse caminho, assim como as vicuñas na Reserva Nacional Salinas.

A base mais usada para conhecer o Cânion é a cidade de Chivay. O ideal é sair cedinho porque o caminho desde Chivay até o Mirador Cruz del Condor é sinuoso, apesar de não tão longo. Outro detalhe é que para conseguir ver os Condores, é preciso estar no local até o final da manhã, pois a tarde eles já não aparecem mais por lá. Como não sabíamos ao certo o horário para avistá-los e saímos as 09:00h de Arequipa, acabamos não vendo os bichos. :( Mas #ficadica para quem for.

O Cânion, na sua parte mais profunda, tem cerca de 4.280 metros. O mirante a Cruz Del Condor é considerado o local ideal para se observar o vôo do Condor. Essa ave é considerada a maior do mundo por ter envergadura superior a 3 metros e vive em média 70 anos. O melhor horário para conseguir vê-los é entre as 9 e as 11 horas da manhã, horário em que as correntes termais emergem do fundo do vale.

Vale muito o passeio. A dica é sair mais cedo que a gente :p

Abaixo, fotos do trajeto de Juliaca a Arequipa, além do próprio Cañón del Colca.

Mirador Alto Lagunillas

Mirador Alto Lagunillas

Alto Lagunillas

Alto Lagunillas

Alto Lagunillas

Alto Lagunillas

Vulcão Misti, lá longe, da estrada.

Vulcão Misti, lá longe, da estrada.

Misti

Misti

Nevado Chachani

Nevado Chachani

Vicuñas na Reserva Nacional Salinas

Vicuñas na Reserva Nacional Salinas

Chegando a Chivay - Altitude 4878msnm, uma das estradas mais altas da América do Sul.  Tão alto que chegou desfocar a foto...hahahah

Chegando a Chivay - Altitude 4878msnm, uma das estradas mais altas da América do Sul. Tão alto que chegou desfocar a foto...hahahah

Chivay, do alto da montanha na chegada.

Chivay, do alto da montanha na chegada.

Villa de Yanque, um dos povoados do cânion.

Villa de Yanque, um dos povoados do cânion.

Criador de ovelhas passeando com seu rebanho.

Criador de ovelhas passeando com seu rebanho.

Alpacas são avistadas por todo o caminho

Alpacas são avistadas por todo o caminho

Mais algumas Alpacas pastando na beira da estrada

Mais algumas Alpacas pastando na beira da estrada

E elas andam pelo asfalto sem preocupação alguma

E elas andam pelo asfalto sem preocupação alguma

Llama

Llama

Alpaca bebê

Alpaca bebê

Rio Colca

Rio Colca

Rio Colca

Rio Colca

Cañon del Colca

Cañon del Colca

Cañon del Colca

Cañon del Colca

Voltando a Arequipa ao entardecer

Voltando a Arequipa ao entardecer

14 - Paso de Jama e o retorno pra casa

12 de setembro de 2016

Pra encerrar nosso trajeto, após uma noite em Calama, optamos por seguir pra casa em 3 dias de estrada, sem muitos passeios paralelos no caminho. Essa decisão foi tomada porque a grana já estava curta, e praticamente todo o trajeto de...
Veja mais...

13 - Iquique e Ruta 1

12 de setembro de 2016

Seguindo nosso trajeto pelo norte do Chile, falaremos de Iquique e da bela Ruta 1, ao sul. Saímos de Arica ao entardecer e pegamos os 310 km em direção a Iquique, ainda no meio do Atacama. O trajeto é de enormes retas na Ruta 5...
Veja mais...

12 - Voltando ao Chile - Arica e Parinacota

12 de setembro de 2016

O trecho de hoje é a saída do Peru, cruzando a fronteira para o Chile entre Tacna-PER e Arica-CHI. A região é o início do Deserto de Atacama, e já foi palco da Guerra do Pacífico, entre 1879 e 1883. Na época, o que hoje é o norte do Chile...
Veja mais...

11 - Arequipa

12 de setembro de 2016

Arequipa foi uma agradável surpresa na viagem. Chamada de "cidade branca", pelas peculiares construções branquinhas serem feitas com uma pedra chamada Sillar, retirada do Vulcão Chachani, ou, uma segunda teoria que diz que é assim...
Veja mais...

9 - Machu Picchu, a cidade perdida dos Incas

12 de setembro de 2016

Machu Picchu - A Cidade Perdida dos Incas Da base, Cusco, para finalmente chegar ao nosso destino mais longínquo nessa viagem: a montanha sagrada Machu Picchu. Compramos as passagens de trem com dois dias de antecedência (e...
Veja mais...

8 - Cusco - A capital dos Incas

12 de setembro de 2016

Cusco, a capital dos Incas Saímos de Puno à tarde, após o almoço. De lá até Cusco, o caminho é longo: São 340km, feitos em 6 horas e meia de viagem, boa parte feita por estradas em obras. A primeira metade do caminho é feita...
Veja mais...

7 - Puno e as Ilhas Uros

12 de setembro de 2016

Puno e as Ilhas Flutuantes dos Uros, no Lago Titicaca Depois de cruzar a fronteira e percorrer mais 150km costeando o Lago Titicaca, chegamos a Puno, considerada a capital folclórica do Peru. A cidade é agradabilíssima e as...
Veja mais...

6 - Ruínas de Tiwanaku

12 de setembro de 2016

Ruínas de Tiwanaku - De La Paz ao Peru Depois de uma passagem conturbada por La Paz, com o centro obstruído por protestos, trânsito caótico, lesão no tornozelo e tudo o mais, optamos por abreviar nossa estadia. Das 3 noites...
Veja mais...

5 - La Paz, a capital da Bolívia

12 de setembro de 2016

La Paz - Capital mais confusa da América do Sul Ainda extasiados e com a imagem do Salar na cabeça, seguimos viagem. O próximo destino seria Nuestra Señora de La Paz ou simplesmente La Paz, capital da Bolívia, Saímos do Salar...
Veja mais...

4 - Salar de Uyuni

12 de setembro de 2016

Uyuni - A Imensidão de Sal De Potosí, partimos para o Salar de Uyuni, um dos pontos altos da viagem. São cerca de 200 km, que na época estavam em obras de pavimentação (em 2012 a estrada foi entregue). No caminho, casas de barro,...
Veja mais...

3 - Potosí - Bolívia

12 de setembro de 2016

Potosí: a cidade que te deixa sem fôlego, literalmente! Como dissemos no último post, nos obrigamos a sair de Tupiza à noite, para evitar um bloqueio da estrada na manhã seguinte. Assim, saímos de lá as 21:00h em direção a Potosí,...
Veja mais...

2 - De Salta-ARG a Tupiza-BOL

12 de setembro de 2016

Como falamos no post anterior, nesse trecho é que realmente a viagem começou. Acordamos cedinho e partimos rumo ao norte. Objetivo do dia: Chegar a Tupiza, primeira cidade com alguma estrutura no trajeto boliviano. No...
Veja mais...

1 - Do RS até Salta-ARG

12 de setembro de 2016

Começamos aqui o relato de mais uma viagem pela América do Sul. Essa foi feita em 2011 e passamos por Argentina, Bolívia, Peru e Chile. Rodamos 9.800 km em 20 dias. Tivemos como parceiras nessa jornada, Lais e Natália (irmã e prima da...
Veja mais...

COPYRIGHT 2021 © Todos os direitos reservados - Desenvolvido por Orange Tecnologia para Internet